Monte Frio
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Tiló Henriques

Tiló Henriques, em 2019
Tiló Henriques, em 2019

Tiló Henriques, no Sábado, 29 de Abril de 2017
Tiló Henriques, no Sábado, 29 de Abril de 2017

Tiló Henriques

Tiló Henriques pseudónimo de Maria Otília Duarte Pimenta Henriques, nascida no Monte Frio, freguesia de Benfeita, concelho de Arganil, em Fevereiro de 1949 é filha de José Augusto Pimenta, um artista nas artes manuais mas que desenvolveu a sua actividade profissional na área da colchoaria e dos transportes em Lisboa e filha de Lucinda Duarte Pimenta, agricultora, depois comerciante e posteriormente doméstica em Lisboa. Morou nos primeiros anos de vida na zona das Penedas na aldeia que a viu nascer. Foi baptizada com o nome Maria Otília Duarte Pimenta. A primeira casa foi uma morada de curta duração, pois muito cedo seus pais migraram e a levaram para viver em Lisboa onde viveu a maior parte da sua vida, passando férias na sua terra natal, assim como a restante família. Tiló Henriques é afilhada do saudoso e grande escritor montefriense Manuel Marques Matias «Manecas», que durante muito tempo, escreveu sobre a aldeia do Monte Frio na imprensa regional de Arganil, com grande qualidade e de sua esposa Maria do Céu Nunes Henriques que foi sua professora na 1.ª e 2.ª classes. Interessada pelas letras desde cedo na escola, desenvolveu o gosto pela poesia e prosa na adolescência. A vida fez com que desenvolvesse a sua intensa e exigente actividade profissional no comércio e quando esta terminou, cerca do ano de 2011, teve mais tempo para se dedicar à escrita e recuperou o gosto pela poesia. Casou com José Henriques, o montefriense que mais árvores plantou no Monte Frio e teve um filho, Paulo Pimenta Henriques. Quando uma publicação numa rede social com a fotografia do(s) azevinho(s) propriedade de José Henriques e Tiló Henriques localizado no Chão da Fonte no Monte Frio, foi copiada e publicada na imprensa regional de Arganil, motivou e incentivou Tiló Henriques a iniciar-se nestas redes sociais, onde ficou conhecida na região da Beira Serra pelas publicações da sua poesia original. Tiló Henriques começou a ir a eventos de poesia, onde ganhou muitos amigos. Desde 2015 que tem uma nora de nome Sânzia Santos Henriques.

Participou no livro «Sob Epígrafe Tributo a Mário Sá-Carneiro», da editora «Temas Originais», de Coimbra, em diversas coletâneas de poesia das Edições «O Declamador», em «Ebooks», da editora «Solar dos Poetas», em «POEMÁRIO 2019» e «Antologia Perdidamente III Colectânea de Poetas Contemporâneos», da editora «Pastelaria Studios» e em livros de amigos como, por exemplo, «Vida partilhada em horizontes de fé», de Maria Luísa Agostinho Soares.

Apresentação do livro de poesia com o título «Esta terra que sou eu», em Lisboa

Tiló Henriques lançou no dia 29 de Novembro de 2014, Sábado, o seu primeiro livro de poesia «Esta terra que sou eu» da editota «Temas Originais», de Coimbra, que assinou com o seu nome de Maria Otília Henriques, que versou sobre a sua experiência humana, social e da vida na aldeia do Monte Frio. A capa deste livro mostra a aldeia do Monte Frio vista de sul para norte a partir do monte da Picota, área de Paisagem Protegida da Serra do Açor. O evento decorreu na Biblioteca Natália Correia, em Carnide, Lisboa. O evento contou com a apresentação da autora, do editor Pedro Baptista, da editora «Temas Originais», da conhecida poetisa Lita Lisboa, do animador musical Henrique Marques e de mais de 100 pessoas que quiseram estar presentes, enchendo a sala onde decorreu o evento. A autora começou por fazer a apresentação do livro contando um curto resumo do seu percurso ligado as letras e à poesia. O editor Pedro Baptista, da editora «Temas Originais» fez uma explicação literária e técnica do conteúdo presente na obra original e lembrou Natália Correia, nome da Biblioteca onde decorreu o evento. A conhecida poetisa Lita Lisboa fez uma apresentação e explicação da obra da autora com alguns pormenores de poemas e excertos. O evento ainda contou com a animação musical pelo Henrique Marques. Vários poemas foram declamados pelos presentes e voluntários. No final a autora presenteou os presentes com uma sessão de autógrafos. O evento decorreu num espírito calmo e tranquilo que muito agradou aos presentes e que foi um sucesso.

Apresentação do livro de poesia com o título «Entre o Céu e a Terra», em Lisboa

No dia 6 de Maio de 2017, Sábado, decorreu na Biblioteca Natália Correia, em Carnide, Lisboa, a apresentação do livro de poesia com o título «Entre o Céu e a Terra», da autora montefriense, Tiló Henriques, da editora «Edições OZ», segunda obra impressa da carreira artistica da autora. Desta vez assinou com o pseudónimo Tiló Henriques ao contrário da assinatura Maria Otília Henriques no primeiro livro. O tempo belo, ameno e soalheiro animou o dia e foi com alegria que as pessoas chegaram ao local. O evento contou com a apresentação da autora, da diretora da editora Paula OZ, do autor do prefácio Jorge Ferreira e mais de 80 pessoas que lotaram a sala onde decorreu o evento, um evento internacional, considerando que estiveram presentes pessoas de várias nacionalidades e algumas das quais que vieram de longe. Presente também esteve o presidente da Junta de Freguesia de Carnide, Fábio Sousa, responsável pela actual gestão da Biblioteca, que dirigiu aos presentes algumas palavras sobre o espaço da Biblioteca, que tem apoiado a cultura, e, por isso, ali têm decorrido vários eventos de lançamento de livros. Tal como no lançamento da primeira obra da autora, no mesmo local, a Junta de Freguesia de Carnide recebeu com muita simpatia este evento. A autora começou por fazer a apresentação prestando homenagem à conhecida poetisa Lita Lisboa, ausente por motivos pessoais, «madrinha» de Tiló Henriques na edição de suas obras poéticas. De seguida, a editora Paula OZ tomou a palavra para conduzir o evento, que contou com a animação musical pelo Henrique Marques. A obra contem as notas poéticas de Paulo Henriques e Sânzia Santos Henriques, convidados pela autora para acrescentarem um simples contributo. Vários poemas da obra foram declamados pelos presentes com acompanhamento musical, com destaque para os relacionados à família, à Serra do Açor e à aldeia do Monte Frio. Muitos elogios foram prestados à autora pelos palestrantes. A obra de Tiló Henriques é de uma grande qualidade poética, a qual revela os sentimentos da autora com a utilização criativa e elaborada das palavras e da construção de frases carregadas de sentido social, humano e idílico tendo como referência o amor. No final a autora presenteou os presentes com uma sessão de autógrafos ao som de belas músicas portuguesas e de grandes interpretes internacionais. Durante o evento foi servido um Porto de Honra. O ambiente foi de festa e muito agradável o que satisfez os presentes, muitos deles que se reencontraram, ou ficaram a conhecer após conversas nas redes sociais. O evento foi um sucesso, o que é muito merecido para a autora, pela sua simplicidade, simpatia, anti-vedetismos infundados e pela forma como sabe receber.

Apresentação do livro de poesia com o título «Entre o Céu e a Terra», em Côja

No dia 10 de Agosto de 2017, Quinta-feira, decorreu na Biblioteca Alberto Alves Martins de Carvalho, em Côja, a apresentação do livro de poesia com o título «Entre o Céu e a Terra», da autora montefriense, Tiló Henriques, da editora «Edições OZ», segunda obra impressa da carreira artistica da autora. O tempo quente e soalheiro animou o dia o que muito ajudou ao bom ambiente vivido na apresentação. O evento contou com a apresentação da autora, do autor do prefácio Jorge Ferreira também em representação da editora «Edições OZ», da Sra. Vereadora da Cultura de Arganil Dra. Paula Dinis, do representante da Junta da Freguesia de Côja e muitos familiares, amigos, conhecidos e interessados na obra da autora. O evento contou com a animação musical da dupla Oblivion constituída pelo Paul e pelo Kim. Foram mais de 80 pessoas que estiveram presentes e que a autora agradeceu. Agradecimento também ao pessoal técnico da Biblioteca que organizou muito bem a logística do evento. A autora liderou a apresentação com muitas intervenções e em uma delas, relembrou a conhecida poetisa Lita Lisboa, que não pode estar presente por motivos pessoais, «madrinha» de Tiló Henriques na edição de suas obras poéticas. A obra de Tiló Henriques é de uma grande qualidade poética, a qual revela os sentimentos da autora com a utilização criativa e elaborada das palavras e da construção de frases carregadas de sentido social, humano e idílico tendo como referência o amor. A obra contem as notas poéticas de Paulo Henriques e Sânzia Santos Henriques, convidados pela autora para acrescentarem um simples contributo. Vários poemas da obra foram declamados pelos presentes com acompanhamento musical, com destaque para os relacionados à aldeia do Monte Frio, à Serra do Açor e à família. Como foi referido em uma das intervenções por um dos palestrantes, a tarde de poesia foi mágica. No final a autora presenteou os presentes com uma sessão de autógrafos ao som do violino e das teclas do Paul e do Kim. No final do evento foi servido um Porto de Honra.

Apresentação dos livros de poesia «Delírios - Nas entrelinhas da poesia - Colectânea de Poesia e Prosa Poética» e «Poem'Art - Colectânea de poesia da Lusofonia - Amigos & Poetas», em Lisboa

No dia 20 de Maio de 2018, Domingo, às 15 horas, decorreu no Palácio Baldaya, na Estrada de Benfica, 701, 1500-266 Benfica, Lisboa, Portugal, a cerimónia de entrega dos livros aos autores dos seguintes livros de poesia:
«Delírios - Nas entrelinhas da poesia - Colectânea de Poesia e Prosa Poética», Volume II, de 33 Autores, das Edições «O Declamador», e
«Poem'Art - Colectânea de poesia da Lusofonia - Amigos & Poetas», de 54 Autores, das Edições «O Declamador».
Uma das autoras é a montefriense Maria Otília Henriques (Tiló Henriques), que contribuiu para as duas obras com os seus poemas originais. Esteve presente na cerimónia, em representação da autora, o seu filho Paulo Pimenta Henriques que recebeu um original de cada um dos livros.

Apresentação da colectânea «Poemas D'Alma», em Lisboa

No dia 25 de Novembro de 2018, Domingo, às 15 horas, decorreu o lançamento da colectânea «Poemas D'Alma», de 53 autores, das Edições «O Declamador», no Palácio Baldaya, na Estrada de Benfica, 701, em Lisboa. Um dos 53 autores é a montefriense Tiló Henriques, autora dos livros de poesia com os títulos «Esta terra que sou eu» e «Entre o Céu e a Terra» e de contribuições para livros de outros autores. A obra tem a coordenação de Jorge Manuel Ramos, sendo autores: Abílio Pinto, Aldir Donizeti Vieira, Alice Coelho, Almir Francisco de Oliveira, Amália D'Espanca, Ana Isabel Bertão, Ana Isabel Herédia, Ana RC Matos, André Requiem, Ânimo, António Martinho, António Portela, Armindo Gonçalves, Arnaldo Teixeira Santos, Carla Félix, Catarina Nunes, Cecília Gomes, Clara Patachão, Domingos Cupa, Dulci Ferreira, Fátima Martins Leal (Tita), Fernando Mendonça, Filipa Rufino de Brito, Filomena Fadigas, Florinda Dias, Georgina Caçador, Glória Fernandes, Irene Matias, Isabel Bastos Nunes, Isilda Aires, João Barreiros, Joaquina Raimundo, Jorge Manuel Gaspar, Jorge Manuel Ramos, Jorge Massuça, José Alberto Sá, José Manuel Sampaio, José Manuel Guerreiro, Leonel Olhero, Lucas Aredes, Ludovina Dias, Manuel Assunção, Maria do Pilar Santos, Maria Leonor Costa (Nonô), Maria Odete da Silva, Marin Alsicó, Mer Rose, Miguel Guerreiro, Paulo Galheto Miguel, Rosa Céu, Sandra Rodrigues, Tiló Henriques e Vieirinha Vieira. Estiveram presentes muitos dos autores e foi um agradável convivio.

Apresentação da colectânea de poesia «Poem'Art - Volume II», em Lisboa

No dia 4 de Maio de 2019, Sábado, às 15 horas, decorreu na Biblioteca Municipal de Marvila, em Lisboa, o lançamento da colectânea de poesia «Poem'Art - Volume II», de 80 autores, das Edições «O Declamador». Uma das autoras é a montefriense Tiló Henriques, autora dos livros de poesia com os títulos «Esta terra que sou eu» e «Entre o Céu e a Terra» e de contribuições para livros de outros autores, que não pode estar presente neste evento, considerando que à mesma hora tinha o evento de apresentação do livro de poesia com o título «Sonhos e Flores com Asas», terceiro livro de poesia de sua autoria. A obra teve a coordenação de Jorge Manuel Ramos, sendo autores Abílio Pinto, Adelino do Outeiro, Aderita Amor, Aldir Donizeti Vieira, Alice Palmira, Alcidéa Miguel (Deinha), Amélia Roldão, Amélia Tavares, Ana Santos, Anita Santana, Anselmo Simões, Antonio Fadigas, António José Santos, Antonio Portela, Armindo Gonçalves, Arnaldo Teixeira Santos, Carina Fortuna, Carla Félix, Carla Ribeiro, Catarina Canas, Cecilia Dias Gomes, Clara Marques Ferreira, Clara Patachão, Diamantino Bártolo, Diana Balis, Dolores Marques, Edelson Carlos Afonso Pinto, Edimislon Eufrásio, Elsa Wellamkamp, Emanuel Catalão Marçal, Ermelindo Rocha Cunha, Ernesto Gomes, Eugénia Martins, Fátima Martins Leal (Tita), Fernanda Santos, Filomena Fadigas, Florinda Dias, Fortunata Fialho, Heitor Sá Nogueira, I.C.R., Irene Matias, Isabel Bastos Nunes, Isabel Minau, Isilda Aires, Isilda Marques, Jane Revet, Jorge Manuel Ramos, Jorge Manuel F. Gaspar, José Adriano Passeira, José Alberto Sá, Jose Conrado, José Manuel Guerreiro, José Manuel Serradas, Litas Ricardo, Ludovina Dias, Luis Filipe, Lurdes Bernardo, Madalena Ramos, Manuel Assunção, Maria Antonieta Matos, Maria Batista, Maria Do Pilar Santos, Maria Estrela do Mar, Maria Leonor Costa (Nonô), Maria Margarida Moreira (Magui), Maria Naciolinda Guerreiro, Maria Paula Fráguas, Maria Ramos, Marin Alsicó, Mary Rosas, Miguel Guerreiro, Paulo Galheto Miguel, Roberto Amorim, Rosa A.A. Domingos, Sandra Rodrigues, Saudades, Sónia Abrantes, Tiló Henriques, Vieirinha Vieira e Vitorino de Sousa.

Apresentação do livro poesia «Sonhos e Flores com Asas» de Tiló Henriques, em Lisboa

No dia 4 de Maio de 2019, Sábado, às 15h30m, decorreu no Fórum Grandela, Estrada de Benfica, n.º 419, Lisboa, a apresentação do livro de poesia com o título «Sonhos e Flores com Asas», da autora montefriense, Tiló Henriques, da editora «Edições OZ», terceiro livro de poesia de sua autoria. Foi com um tempo quente e soalheiro que os intervenientes e o público chegaram com alegria ao local do evento. A critica literária ficou a cargo de Paula OZ e a curadoria a cargo de Olga e Sousa. Na linha das anteriores apresentações dos livros da autora, o evento teve a participação de muitos intervenientes e com a animação musical pelo Henrique Marques. Vários poemas foram declamados pelos presentes. No final a autora presenteou os presentes com uma sessão de autógrafos. No final do evento foi servido um Porto de Honra. Os poemas originais da obra da autora são de uma grande qualidade poética, revelando os sentimentos da autora com a utilização criativa e elaborada das palavras e da construção de frases carregadas de sentido social, humano e idílico tendo como referência o amor. Vários poemas são inspirados na Serra do Açor, Fraga da Pena e aldeia do Monte Frio, com referência expressa a estes locais, onde se entende a visão da autora aos recentes eventos que ali decorreram. Uma obra que juntamente com os dois primeiros livros da autora é para ler e ter em casa. A inspiração até poderá ser outra, mas a qualidade, essa, manter-se-á num eventual quarto livro!

Actualmente

Actualmente Tiló Henriques passa metade do ano em Lisboa e a outra no Monte Frio e é no monte e em contacto com a natureza que se inspira a escrever. Gosta de passear na montanha, nadar, viajar, ouvir música clássica, conversar com amigos, ler poesia de clássicos e muitos contemporâneos. Convive bem com a sua solidão e os seus silêncios no meio das palavras. Tem uma página de poesia no Facebook, «Jardim De Poesia - Tiló Henriques», em https://www.facebook.com/Jardim-De-Poesia-Til%C3%B3-Henriques-1409973575971738/, onde publica poemas seus e refere outros autores clássicos ou contemporâneos. É simples e humilde como o orvalho dos caminhos. Costuma dizer «sou apenas escrevinhadora e aprendiz de poeta». E tem sede e sonhos de voar no azul das asas de borboleta.

Tiló Henriques é autora dos livros:

+ «Esta terra que sou eu», de Maria Otília Henriques, da editora «Temas Originais», de Coimbra, 2014.
+ «Entre o Céu e a Terra», de Tiló Henriques, da editora «Edições OZ», 2017.
+ «Sonhos e Flores com Asas», de Tiló Henriques, da editora «Edições OZ», 2019.

Contribuições de poemas originais para livros de outros autores:

+ «Sob Epígrafe Tributo a Mário Sá-Carneiro», da editora «Temas Originais», de Coimbra.
+ «Ebooks», da editora «Solar dos Poetas».
+ «POEMÁRIO 2019», de vários autores, da editora «Pastelaria Studios», n.º de páginas: 324, ISBN: 978-989-54258-6-0, data de lançamento: 19 de Dezembro de 2018.
+ «Antologia Perdidamente III Colectânea de Poetas Contemporâneos», da editora «Pastelaria Studios», 2018.
+ «Vida partilhada em horizontes de fé», de Maria Luísa Agostinho Soares.
+ «Delírios - Nas entrelinhas da poesia - Colectânea de Poesia e Prosa Poética», Volume II, de 33 Autores, das Edições «O Declamador», 2018.
+ «Poem'Art - Colectânea de poesia da Lusofonia - Amigos & Poetas», de 54 Autores, das Edições «O Declamador», 2018.
+ «Poemas D'Alma», de 53 autores, das Edições «O Declamador», 2018.
+ «Poem'Art - Volume II», de 80 autores, das Edições «O Declamador», 2019.


Hino do Monte Frio

Hino do Monte Frio

Monte Frio terra bela,
tens a capela,
ao fundo do povo.
Só tu és do meu agrado,
e tens ao lado,
chafariz novo.

Milagroso Bom Jesus,
dai-nos a Luz,
a toda a gente.
Rapazes e Raparigas,
Cantai cantigas,
alegremente.

Senhora da Boa Viagem,
és a imagem,
da nossa terra.
Vai pedindo sempre a Deus,
que livre os seus,
de toda a guerra.

Viva a nossa Comissão,
que é de união,
e boa moral.
Viva a nossa linda festa,
que com esta,
não há igual.

É tão linda a minha terra,
o que nela encerra,
não há igual.
E o rancho das formosas,
bonitas rosas,
de Portugal.

Beavis

Poesias

Estas poesias referem-se ao Monte Frio.

Título : Não tem
Autora : Tiló

Monte Frio, terra bela,
Tu tens tanta beleza
És uma aldeia singela
Desta terra portuguesa.

Monte Frio com o seu sol brilhante,
E o luar cor de prata
Eu recordo a cada instante
As belas noites de serenata.

Monte Frio lá no alto.
Foste feliz no teu fado,
Belezas que tu encerras
És um jardim encantado.

Monte Frio querida terra
Os meus versos para ti são
Linda Aldeia na Serra
Que trago no coração.


Título : Não tem
Autora : Tiló

Monte Frio de enlevos
Oh! minha terra natal,
Nesses verdes arvoredos
ÁS outras não tens igual.

Monte Frio lá das serras
Tu és graça e és cor,
Belezas que tu encerras
És o meu berço de amor.

Monte Frio terra bela
Tu tens tanta beleza,
És a terra mais singela
Nesta terra Portuguesa.

Monte Frio lá das serras
Foste feliz no teu fado,
Belezas que tu encerras
És um jardim encantado.


Título : Não tem
Autora : Tiló

Monte Frio querida terra
Os meus versos para ti são,
Lembro-te lá na serra
Trago-te em meu coração.

Monte Frio do sol brilhante
E do luar cor de prata,
Eu recordo a cada instante
As noites de serenata.

Simplicidade e beleza,
História, arte e tradição,
Não te faltam concerteza
Monte Frio de meu coração.

Milagroso Bom Jesus
Vós sois a minha alegria,
Dai-me a arte e a luz
Para a minha poesia.


Cantigas

Estas cantigas são populares em Monte Frio. Desconhecem-se os seus autores e as suas origens.

Título : Desconhecido

Eu cantar, cantava bem,
lá na minha mocidade.
Mas hoje quero e não posso,
mas hoje quero e não posso,
assim mo pede a idade.
Mas hoje quero e não posso,
mas hoje quero e não posso,
assim mo pede a idade.


Título : Desconhecido

Adeus Senhora das Preçes,
as costas teu vou virando.
Minha boca se vai rindo,
minha boca se vai rindo,
os meus olhos vão chorando.
Minha boca se vai rindo,
minha boca se vai rindo,
os meus olhos vão chorando.


Título : Desconhecido

Adeus minha terra adeus,
adeus meu pai minha mãe.
Ai adeus minha terra adeus,
ai adeus meu pai minha mãe.
Eu cá vou para terra alheia,
queira Deus que eu me dê bem.
Eu cá vou para terra alheia,
queira Deus que eu me dê bem.
Esta terra não é minha,
ai se eu quiser minha será.
Esta terra não é minha,
ai se eu quiser minha será.
Se nela tomar amores,
terra minha ficará.
Se nela tomar amores,
terra minha ficará.


A Laurinda

Ai ó Laurinda ó Laurinda agora agora,
ai ó Laurinda ó Laurinda eu vou-me embora.
Ai ó Laurinda ó Laurinda agora agora,
ai ó Laurinda ó Laurinda eu vou-me embora.
A terra do Monte Frio...


Título : Desconhecido

E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
Rapazes quando eu morrer,
enterrem-me num cantinho,
Por baixo colchões de palha,
por cima pipas de vinho.
Por baixo colchões de palha,
por cima pipas de vinho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
Atirei uma pedrinha,
à janela de meu bem.
Atirei uma pedrinha,
à janela de meu bem.
Era para acertar na filha,
parti os cornos à mãe.
Era para acertar na filha,
parti os cornos à mãe.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
A minha sogra é uma cadela,
o meu sogro um cão de caça.
A filha é uma perdigueira,
que saiu à mesma raça.
A minha sogra é uma cadela,
o meu sogro um cão de caça.
A filha é uma perdigueira,
que saiu à mesma raça.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.


Título : Desconhecido

Cala-te lá boca aberta,
gargalo da montelia.
Tu foste à minha retrete,
comer o que lá havia.


Título : Desconhecido

Relva velha está acabada,
Pardieiros está no chão.
Valentões do Monte Frio,
ainda lhe deitam a mão.


Título : Desconhecido

A terra do Monte Frio,
arrasada sejas tu,
ou por cravos ou por rosas,
ou por peidos do meu cú.


Humor

Fui eu que fiz, fui que inventei!!!

Qual o desporto mais radical do Monte Frio?
É ir para lá e ficar a ver televisão.

Alguns dos livros mais pequenos do mundo:
"Biografia das raparigas do Monte Frio que não se chamam Ana"
"Análise, Planeamento, Execução e Controlo do parque de jogos do Monte Frio"
"Etiologia da toponímia (ruas) do Monte Frio"
"Utilização do telefone nas comunicações à distância dentro do Monte Frio"
"Paradigma do sono descansado e o volume do sino da capela no Monte Frio"
"Teorética da confidencialidade das confidências em Monte Frio"
"Consistência e congruência em falar mal do Monte Frio e ir lá"
"Zona Industrial do Monte Frio"
"Urbanismo moderno no Monte Frio"


Alcunhas dos habitantes das povoações do concelho de Arganil e outras próximas

Monte Frio - Valentões, Chupa-Quartilhos, Negritos
Arganil - Pintassilgos
Côja - Bezerros
Pisão - Sardões
Esculca - Magusteiros
Benfeita - Balseiros, Mangericos
Sardal - Casaquinhas
Luadas - Caiados
Pai das Donas - Berrumões
Enxudro - Cavaleiros
Dreia - Roupa-lavada
Deflores - Espicha-sapos
Barril - Cucos
Vila Cova - Corvos; Corvachos
Cerdeira - Lambazes
Anseriz - Os Gorgulhos
Relva Velha - Penteadinhos, Troca Cabaças, Espicha Sapos
Água d'Alte - Caçudos
Caratão - Calados
Folques - Sete/oitos; Sete-oitos
Alqueve - Quebra-esquinas
Alvôco de Várzeas - Gatos
Avô - Ratos
Aldeia das Dez - Carvoeiros


Oração

Esta oração foi retirada de uma antiga gravação magnética, em cassete, da falecida Silvina da Conceição Duarte (n.06/10/1898 - f.13/12/1985), residente em Monte Frio. Algumas palavras são de difícil reconhecimento. Desconhece-se o seu autor e a sua origem.

Título : Desconhecido

A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me as duas.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me as três.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os quatro.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me as cinco.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os seis.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os sete.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os oito.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os nove.
Os nove são os nove tempos.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os dez.
Os dez são os dez mandamentos.
Os nove são os nove tempos.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me as onze.
As onze são as onze mil vidas.
Os dez são os dez mandamentos.
Os nove são os nove tempos.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os doze.
Os doze são os doze apóstolos.
As onze são as onze mil vidas.
Os dez são os dez mandamentos.
Os nove são os nove tempos.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os treze.
Treze raios tem a lua outros tantos tem o Sol,
arrebenta diabo que esta alma não é tua.

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'Esta terra que sou eu' de Maria Otília Duarte Pimenta Henriques
«Esta terra que sou eu» de Maria Otília Duarte Pimenta Henriques


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