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Monte Frio
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Hino do Monte Frio

Hino do Monte Frio

Monte Frio terra bela,
tens a capela,
ao fundo do povo.
Só tu és do meu agrado,
e tens ao lado,
chafariz novo.

Milagroso Bom Jesus,
dai-nos a Luz,
a toda a gente.
Rapazes e Raparigas,
Cantai cantigas,
alegremente.

Senhora da Boa Viagem,
és a imagem,
da nossa terra.
Vai pedindo sempre a Deus,
que livre os seus,
de toda a guerra.

Viva a nossa Comissão,
que é de união,
e boa moral.
Viva a nossa linda festa,
que com esta,
não há igual.

É tão linda a minha terra,
o que nela encerra,
não há igual.
E o rancho das formosas,
bonitas rosas,
de Portugal.

Beavis

Poesias

Estas poesias referem-se ao Monte Frio.

Título : Não tem
Autora : Tiló

Monte Frio, terra bela,
Tu tens tanta beleza
És uma aldeia singela
Desta terra portuguesa.

Monte Frio com o seu sol brilhante,
E o luar cor de prata
Eu recordo a cada instante
As belas noites de serenata.

Monte Frio lá no alto.
Foste feliz no teu fado,
Belezas que tu encerras
És um jardim encantado.

Monte Frio querida terra
Os meus versos para ti são
Linda Aldeia na Serra
Que trago no coração.


Título : Não tem
Autora : Tiló

Monte Frio de enlevos
Oh! minha terra natal,
Nesses verdes arvoredos
ÁS outras não tens igual.

Monte Frio lá das serras
Tu és graça e és cor,
Belezas que tu encerras
És o meu berço de amor.

Monte Frio terra bela
Tu tens tanta beleza,
És a terra mais singela
Nesta terra Portuguesa.

Monte Frio lá das serras
Foste feliz no teu fado,
Belezas que tu encerras
És um jardim encantado.


Título : Não tem
Autora : Tiló

Monte Frio querida terra
Os meus versos para ti são,
Lembro-te lá na serra
Trago-te em meu coração.

Monte Frio do sol brilhante
E do luar cor de prata,
Eu recordo a cada instante
As noites de serenata.

Simplicidade e beleza,
História, arte e tradição,
Não te faltam concerteza
Monte Frio de meu coração.

Milagroso Bom Jesus
Vós sois a minha alegria,
Dai-me a arte e a luz
Para a minha poesia.


Cantigas

Estas cantigas são populares em Monte Frio. Desconhecem-se os seus autores e as suas origens.

Título : Desconhecido

Eu cantar, cantava bem,
lá na minha mocidade.
Mas hoje quero e não posso,
mas hoje quero e não posso,
assim mo pede a idade.
Mas hoje quero e não posso,
mas hoje quero e não posso,
assim mo pede a idade.


Título : Desconhecido

Adeus Senhora das Preçes,
as costas teu vou virando.
Minha boca se vai rindo,
minha boca se vai rindo,
os meus olhos vão chorando.
Minha boca se vai rindo,
minha boca se vai rindo,
os meus olhos vão chorando.


Título : Desconhecido

Adeus minha terra adeus,
adeus meu pai minha mãe.
Ai adeus minha terra adeus,
ai adeus meu pai minha mãe.
Eu cá vou para terra alheia,
queira Deus que eu me dê bem.
Eu cá vou para terra alheia,
queira Deus que eu me dê bem.
Esta terra não é minha,
ai se eu quiser minha será.
Esta terra não é minha,
ai se eu quiser minha será.
Se nela tomar amores,
terra minha ficará.
Se nela tomar amores,
terra minha ficará.


A Laurinda

Ai ó Laurinda ó Laurinda agora agora,
ai ó Laurinda ó Laurinda eu vou-me embora.
Ai ó Laurinda ó Laurinda agora agora,
ai ó Laurinda ó Laurinda eu vou-me embora.
A terra do Monte Frio...


Título : Desconhecido

E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
Rapazes quando eu morrer,
enterrem-me num cantinho,
Por baixo colchões de palha,
por cima pipas de vinho.
Por baixo colchões de palha,
por cima pipas de vinho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
Atirei uma pedrinha,
à janela de meu bem.
Atirei uma pedrinha,
à janela de meu bem.
Era para acertar na filha,
parti os cornos à mãe.
Era para acertar na filha,
parti os cornos à mãe.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
A minha sogra é uma cadela,
o meu sogro um cão de caça.
A filha é uma perdigueira,
que saiu à mesma raça.
A minha sogra é uma cadela,
o meu sogro um cão de caça.
A filha é uma perdigueira,
que saiu à mesma raça.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.
E dá-lhe pum,
dá-lhe por cima e por baixo,
dá-lhe palmadas no rabo,
e amarrota-lhe o penacho.


Título : Desconhecido

Cala-te lá boca aberta,
gargalo da montelia.
Tu foste à minha retrete,
comer o que lá havia.


Título : Desconhecido

Relva velha está acabada,
Pardieiros está no chão.
Valentões do Monte Frio,
ainda lhe deitam a mão.


Título : Desconhecido

A terra do Monte Frio,
arrasada sejas tu,
ou por cravos ou por rosas,
ou por peidos do meu cú.


Humor

Fui eu que fiz, fui que inventei!!!

Qual o desporto mais radical do Monte Frio?
É ir para lá e ficar a ver televisão.

Alguns dos livros mais pequenos do mundo:
"Biografia das raparigas do Monte Frio que não se chamam Ana"
"Análise, Planeamento, Execução e Controlo do parque de jogos do Monte Frio"
"Etiologia da toponímia (ruas) do Monte Frio"
"Utilização do telefone nas comunicações à distância dentro do Monte Frio"
"Paradigma do sono descansado e o volume do sino da capela no Monte Frio"
"Teorética da confidencialidade das confidências em Monte Frio"
"Consistência e congruência em falar mal do Monte Frio e ir lá"
"Zona Industrial do Monte Frio"
"Urbanismo moderno no Monte Frio"


Alcunhas dos habitantes das povoações do concelho de Arganil e outras próximas

Monte Frio - Valentões, Chupa-Quartilhos, Negritos
Arganil - Pintassilgos
Côja - Bezerros
Pisão - Sardões
Esculca - Magusteiros
Benfeita - Balseiros, Mangericos
Sardal - Casaquinhas
Luadas - Caiados
Pai das Donas - Berrumões
Enxudro - Cavaleiros
Relva Velha - Penteadinhos, Troca Cabaças, Espicha Sapos
Cerdeira - Lambazes
Vila Cova - Corvos
Barril - Cucos
Anseriz - Os Gorgulhos
Folques - Sete/oitos
Alvôco de Várzeas - Gatos
Avô - Ratos

Oração

Esta oração foi retirada de uma antiga gravação magnética, em cassete, da falecida Silvina da Conceição Duarte (n.06/10/1898 - f.13/12/1985), residente em Monte Frio. Algumas palavras são de difícil reconhecimento. Desconhece-se o seu autor e a sua origem.

Título : Desconhecido

A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me as duas.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me as três.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os quatro.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me as cinco.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os seis.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os sete.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os oito.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os nove.
Os nove são os nove tempos.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os dez.
Os dez são os dez mandamentos.
Os nove são os nove tempos.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me as onze.
As onze são as onze mil vidas.
Os dez são os dez mandamentos.
Os nove são os nove tempos.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os doze.
Os doze são os doze apóstolos.
As onze são as onze mil vidas.
Os dez são os dez mandamentos.
Os nove são os nove tempos.
Os oito são os oito codeães.
Os sete são os sete sacramentos.
Os seis são os seis sirisbentos.
As cinco são as cinco chagas.
Os quatro são os quatro evangelistas.
As três são as três pessoas da Santíssima Trindade.
As duas são as duas tabuinhas de pedra Moisés,
onde Jesus Cristo frente aos seus sagrados pés.
A primeira é a casinha de Santo Jerusalém,
onde Jesus Cristo morreu por nosso bem.
Custoso sim, mas amigo não.

Diz-me os treze.
Treze raios tem a lua outros tantos tem o Sol,
arrebenta diabo que esta alma não é tua.

Sugestões e comentários para o correio electrónico: montefrio01021345@gmail.com

'Esta terra que sou eu' de Maria Otília Duarte Pimenta Henriques
«Esta terra que sou eu» de Maria Otília Duarte Pimenta Henriques


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